Não gosto de OVNI's
Ontem foi dia de exame de Invertebrados. Para quem estiver interessado em saber, correu-bastante-bem-e-só-resta-esperar-que-a-nota-corresponda-às-expectativas-e-acabou-o-assunto-porque-não-quero-falar-em-exames.
Pois, mas ontem foi também um dia muito especial, porque os meus amiguinhos queridos e dedicados levaram-me à rua. É verdade.
Não, pronto, fomos ao cinema. Lá fizemos mais uma incursãozita à Bertrand, para mostrar à enorme quantidade de alunos de BioBio que ontem também foi ao cinema connosco o dito livro de frases portuguesas, tais como "Keresh jooguhr shuhdresh?" e outras que mais. Sabem como é que os camelos dos autores do livro definiram a nossa língua?! "Um francês bêbado a tentar falar espanhol". Que lata. Para vosso governo, fomos nós que descobrimos o Brasil!!!
Oops. Foi a Índia.
E também fomos nós que inventámos os telefonemas à hora do jantar a tentar convencer outras pessoas a mudar de rede telefónica. Fomos, não fomos?
Bem, nisto descobrimos também outro livro deveras interessante. Tinha como título "O Livro das Respostas". A forma de manuseamento é um bocadito complicada, mas eu vou tentar explicar. Concentrem-se, está bem?
Pega no livro, não é, com jeitinho e cuidado e faz-se-lhe uma pergunta. Depois abre-se numa página. E depois escangalhamo-nos a rir.
Sim, o homem da Bertrand olhava-nos com cada olhar fulminante...! E abordou-nos uma vez e tudo! Eu fiquei chocada e disse "Eu não vou ser expulsa da minha loja preferida, 'tão a ouvir?!"
Que é que o Minhoca se lembrou de fazer, embora sem querer? Responder bué alto a uma resposta que lhe calhou com uma mega audível asneira.
Felizmente, não precisei de lhe pregar uma grande bofetada (também não iria fazê-lo, senão era expulsa da minha loja preferida à mesma...lol), porque nesse momento um coro disse: Minhoca!!!
Ainda sobre as respostas do livro, o Carlos perguntou se se ia casar comigo, o livro respondeu que havia uma possibilidade. Eu perguntei duas vezes se ia casar com o Fhi, à primeira a resposta era meio vaga, mas há segunda era bem mais clara e positiva, embora não me recorde exactamente das palavras. Sei que o Xinó perguntou se algum dia poderia levar aquele livro sem pagar e o dito cujo respondeu Nunca.
Ai Cristo....
Como tinhamos imenso tempo livre até ao começo da sessão, sentámo-nos todos à volta de um dos pilares do edifício a jogar ao telefone. Eis os resultados (a vermelho está o que resultou do telefone):
O Xinó é um idiota.
Buxamân é maricas.
Mudicetea.
Achim.
Grande túnel de vento.
Queres túnel de pinto.
Olha o Nemo!
Pinamunãn.
Tubarão envelhecido em cascas de carvalho.
De verão a envelhecer em cascos de carvalho.
Scaphopoda (uma Classe de Moluscos, para quem não sabe).
Sizuca cavalo.
Enfim, como podem calcular, foi gargalhada geral. Para variar.
Depois lá entramos para a sala de cinema. E aí aconteceram duas coisas extremamente engraçadas.
Éramos duas filas de gente bióloga (tirando a irmã da Sandra e o Xinó, o meu melhor amigo). Éramos relativamente numerosos. Apenas duas pessoas queriam ver a versão dobrada do Madagascar: eu e o Kikos (aka Carlos). O resto insistia em querer ver a versão original. Eu, que estava sentada ao pé do Carlos, disse-lhe baixinho: Última oportunidade. Pode ser que esta seja a versão portuguesa.
Nós não sabiamos bem, porque no cartaz dizia "Versão portuguesa", mas a mulher da bilheteira disse que era a original. Nisto, vê-se a zebra a a correr pelos verdes campos....o leão atrás.... o filme a começar...eu preparada para ver pela primeira vez um filme de desenhos animados em inglês (adoro as versões portuguesas, que é que querem??)...
Surpresa!!!!, grita o Alex, o leão.
Eu e o Carlos desatamos aos pulos no assento porque, para desgosto dos restantes (Yuahahahahaha) era, de facto, a versão portuguesa!!!
Mas antes do filme começar, houve outra cena que levou as nossas duas filas de gente (éramos uns dez, por aí) a rebentar a rir ao mesmo tempo:...
Começou a dar o trailer do Chicken Little a dançar a música dos OZONE!!!
Só me lembro de ver o Carlos todo dobrado a rir, juntamente comigo...Porquê? Porque o nome de praxe do Kikos é Ozone. E porquê? Porque a mais frequente praxe que lhe mandavam fazer era pô-lo a cantar e a dançar a música dos Ozone!!
Foi giro, convenhamos.
Estão neste momento os Pink Floyd a tocar para o Live 8. Excelente iniciativa e muito bons concertos. Adoraria lá estar. Vi muitos dos meus artistas hoje a tocar num dos palcos. Muito bom, mesmo.

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home